quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Culto sob direção das Crianças

Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e de criancinhas de peito tiraste perfeito louvor? Mateus 21:16 b


No dia 11 de Abril de 2010, a Igreja Batista Memorial em Vila Aliança fez o culto com total direção das crianças, a programação foi uma benção. As crianças foram assistidas e orientadas pelas irmãs Andréia, Luciana e Fabiana, que tem feito um trabalho muito bom com as crianças de nossa igreja. O evento teve a participação marcante dos Pais das crianças envolvidas, que muito nos alegraram com sua presença.


Muita dessas crianças não tem seus Pais convertidos, por isso devemos sempre orar pelas nossas crianças pedindo ao Senhor que as oriente a cada dia.




As crianças são usadas por Deus, por isso libere sempre uma palavra de benção a seu filho(a).


Deus usa as crianças.
Dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior, João não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa, além do mundo material.
Certo dia, quando ele já estava fechando a farmácia, chegou uma criança com um bilhete nas mãos, solicitando um remédio. Ele disse que já estava fechado, mas a criança, com lágrimas nos olhos, informou-o que que sua mãe estava muito mal e precisava com urgência daquela medicação.
Devido à insistência da menina, mesmo contrariado resolveu reabrir a farmácia e vender o remédio, mas, devido à sua insensibilidade e àquele nervosismo sem causa, não acendeu a luz e pegou um remédio errado, cujo efeito era exatamente o contrário do que aquela mulher precisava e, certamente, iria matá-la.
Em pânico, tentou alcançar a criança, sem êxito.
Voltou para a farmácia e, sem saber o que fazer, com a consciência pesada e com medo, muito medo - de ser processado ou até mesmo preso, de perder tudo o que levou a vida inteira para construir - instintivamente fez algo que nunca havia feito: ajoelhou-se e orou. Mesmo sendo um ateu, seu espírito o levou a buscar o Criador e clamar por ajuda.
De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao se virar, deparou-se com a criança: "Senhor, por favor, não brigue comigo, mas é que eu caí e quebrei o vidro do remédio. Dá pro senhor me dar outro?".

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